terça-feira, 21 de dezembro de 2010

É preciso variar estilos...

Fotos: Euvaldo Jr.
Se você está cansado, principalmente nessa época do ano, das mesmas bandas, dos mesmos artistas ou se, simplesmente não gosta do ritmo típico que ronda a nossa terrinha, sugiro que, se ainda não foi, vá imediatamente à Avenida Contorno, exatamente no Museu de Arte Moderna, no final da tarde de sábado, para escutar um bom jazz, recheado de originalidade, bons músicos, gente interessante e, além de tudo isso, admirar uma das mais fascinantes vistas de Salvador, a Baía de Todos os Santos.
Pois é, recomendo que vá ao Jam no Mam, um projeto cultural, diferente de todas as muvucas comuns da capital da folia, criado pela Huol Criações, que acontece todos os sábados no MAM, a partir das 18h.
Nesse espaço leve e democrático é possível encontrar pessoas de todos os lugares, idades e dos mais variados estilos. Seja para ouvir uma boa música, seja para fazer uma programação diferente ou, simplesmente para fazer novos amigos e/ou amores, vale a pena conferir e abrir os ouvidos e olhos para um começo de noite de bom som e linda paisagem.

O quê: Jam no Mam
Onde: Av. Contorno, Solar do Unhão, área externa do MAM - Museu de Arte Moderna
Quando: todos os sábados, a partir das 18h
Quanto: R$ 5,00 (inteira) e R$ 2,50 (meia)
Mais informações: http://www.jamnomam.com.br/

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Ler faz Crescer, Sorrir, Pensar, Sonhar, Viajar, Criar, Mudar, Emocionar...

A Comunicação evoluiu e hoje, para uma empresa, não basta apenas aparecer nas propagandas clássicas. Para agregar valor à marca e, para que esta seja lembrada de forma correta, é preciso muito mais. Ela deve estar presente em nossas vidas, não apenas quando a utilizamos corriqueiramente, mas sua atuação deve estar, também, em nossa consciência, nos nossos momentos mais importantes e comuns, onde estabelecemos nossos valores humanos e sociais.
E, cada vez mais, inúmeras instituições trabalham nesse sentido.
E essa semana, uma estratégia do banco Itaú me chamou a atenção. É a ação Ler faz Crescer, direcionada às crianças e que consiste em distribuir gratuitamente 8 milhões de livros infantis por todo país, com o objetivo de incentivar o hábito da leitura e investir no desenvolvimento da educação dos nossos futuros adultos.
Desde o dia 11 de outubro qualquer pessoa, maior de 18 anos, pode acessar o site do projeto, se cadastrar gratuitamente e receber sem nenhum custo de postagem quatro exemplares da coleção Itaú de Livros Infantis em casa, na maior comodidade.
A coletânea é dividida nos seguintes volumes: O Jogo da Parlenda, Bem-te-vi, Os Três Porquinhos e Lobisomem - Aaauuuu! O site é simples e os gráficos coloridos e bem elaborados.
O que você está esperando? Se cadastre e incentive o seu filho, sobrinho, afilhado, aluno, neto ou qualquer outra criança a exercitar um dos hábitos mais simples e importantes para o desenvolvimento intelectual dos pequenos, o da leitura.
Parabéns ao banco Itaú pela iniciativa e boa leitura a todos.

Site da Promoção:
http://www.lerfazcrescer.com.br/

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A Suprema Felicidade. Não indico!

Quem é fã dos textos ácidos de Arnaldo Jabor pode se decepcionar muito ao assistir o longa de sua autoria, intitulado A Suprema Felicidade.
Com cenas recortadas de forma confusa e perdida, o filme possui roteiro simples, mas não prende a atenção do telespectador (ao menos a maioria), deixando-o sem unidade. Afinal, o que vi foi muita gente bocejando e saindo do cinema com ar de (“que decepção!”).
A história gira em torno do personagem Paulinho (Jayme Matarazzo), no Rio de Janeiro pós 2ª Guerra Mundial, mas para mim, quem toma conta da situação é o avó de Paulinho, Noel, interpretado por Marco Nanini.
Durante a trama Jabor trata de muitos temas, fazendo referência ao homossexualismo velado, palavrões, nudez, casamento fracassado, exploração sexual, frustrações profissionais, relações afetivas... Enfim, um emaranhado de cenas que acaba deixando A Suprema Felicidade extremamente triste, cansativo e chato.
Alguns personagens ficaram sobrando ou não foram bem aproveitados. É o caso de Deise (Maria Flor), que mantém contato do além com os pais, mostra fotos de ectoplasmas e tenta transar em cima de uma mesa de cirurgia (meio filme de terror, eu acho) e o pipoqueiro Bené, interpretado por João Miguel. Esse, se foi colocado para dar o ar irônico à trama, deixou muito a desejar com suas piadas sexuais primárias, sem graça e totalmente desnecessárias.
Mas, como diz Noel em um dos raríssimos bons momentos do filme “nada é só ruim e nada é só bom”, destaco como pontos positivos a interpretação de Marco Nanini e a execução da canção de Chico Buarque, Todo Sentimento.
Conclusão: o filme não faz pensar, nem rir ou chorar, apenas bocejar. Felicidade passa longe desse longa.


O quê: A Suprema Felicidade, de Arnaldo Jabor
Onde: principais cines de Salvador
Bom final de semana!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Bares cheios de pessoas vazias.

No antigo trabalho nos reuníamos para sair nos finais de semana (isso quando não tinha algum evento para trabalhar). Só que, a condição da farra era a seguinte: não deixaríamos que o nosso encontro girasse em torno de assuntos relacionados ao trabalho e, muito menos, a COLEGAS de trabalho, respeitávamos os ausentes. E o melhor disso tudo é que ganhávamos tempo falando de quem gostávamos.
Assim, nos conhecíamos melhor, ríamos muito falando besteira, ouvindo música boa e nos distraindo com os anônimos do local.
Nisso, fincaram-se laços verdadeiramente amigos. Pessoas que, mesmo não encontrando sempre, tenho total amizade, carinho, respeito e admiração.
Mas o que percebo hoje é que as pessoas gastam dinheiro, roupa e tempo, falando um monte de besteiras de quem não gostam, tem inveja, não admiram ou algo do tipo. E, a verdade é que, essas conversinhas, ou melhor, fofoquinhas de bar, não se resumem apenas ao universo feminino. Pasmem! Alguns homens se comportam da mesma forma.
Certa feita, em uma dessas saídas do trabalho uma colega comentava sobre a condição sexual de um outro colega, pois ninguém nunca o viu com uma mulher. O que ela não sabia é que comentavam, também, sobre a condição sexual dela pelo mesmo motivo: ninguém nunca a viu com um homem.
Falar dos outros é inevitável. Daí ter que nos policiar sempre. Somos humanos e, por isso, cometemos essas falhas, afinal somos seres pequenos, imperfeitos, inseguros.
Mas perder muito tempo ou falar sempre de determinada pessoa é muito chato e demonstra o nosso lado negativo. Pega mal para quem fala e deixa claro que o alvo da conversa é alguém muito admirado, afinal, ninguém chuta cachorro morto, não é?
Prefiro (quase sempre) falar de coisas, de acontecimentos, de comportamentos a falar de pessoas. Para mim essa sim é uma boa conversa de bar.
Conclusão: locais cheios de pessoas vazias ou falta de assunto mesmo. Então sugiram que usem a fofoca com parcimônia ou tentem aderir à CAMPANHA A FAVOR DA VIDA – CADA UM CUIDA DA SUA.
Rsrsrsrs...

O Pittaco da vez.

Nesses anos que freqüentei os corredores acadêmicos da UCSal, conheci algumas pessoas realmente talentosas. Gente que sabia que seria um grande concorrente para mim em uma possível disputa de vaga, gente inteligente, que sabe onde as cobras se escondem. E uma dessas pessoas foi a Relações Públicas, Cáren Cruz.
Pois é, vou direto ao assunto. A minha dica de blog dessa semana é o Pittaco na Moda, da minha amiga Cáren. Blog descolado, linguagem descomplicada, dicas interessantes e possíveis. Até eu que não sou tão ligada no assunto me tornei visitante assídua desse diário de moda.
Visitem, deliciem-se e deixem o seu comentário. Vale muito a pena.
Pittaco de sorte e muito sucesso!

Link: http://pittaconamoda.blogspot.com

O retorno!

Mais uma vez deixei de lado o bom hábito de exercitar a escrita e comentar sobre coisas que acho interessante.
A verdade é que passei um momento de “clausura” no primeiro semestre de 2010, quando terminei o curso de graduação e depois disso não consegui parar mais. Trabalho, entrevista, Pós-graduação, trabalhos freelancers e por aí vai.
Mas, apesar de todo o desgaste, voltarei! E sempre que tiver algo bacana para comentar (nem que seja uma vez na semana) ponho aqui, ok?
Beijos e sorte a todos!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Agora é a vera!

Foto tradicional. Escadaria do Carmo. Pescada em algum Orkut por Taiane Lima.

Muita teoria, muitas discussões, experimentos, incertezas... Agora é de verdade. Chegou o momento de trocar a beca pela roupa de trabalho. A faixa está vermelha, mas não se enganem.
Enfim, virei publicitária, ou melhor, comunicóloga.

...

Não nos preocupemos, sejamos felizes.

...

Solenidade: 07.08.2010
Depois coloco todas as informações sobre o local e a festinha.
Êba!!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Exílio. Mundo dos Backyardigans e da Biotropic.

Pois é gente. Nos últimos meses tenho deixado de lado algo que adoro fazer: escrever e dividir o que escrevo com todos. A verdade é que estou no último semestre da faculdade, realizando o trabalho de conclusão de curso. E isso significa sono reduzido, ausência nos encontros pessoais, finais de semana atolada em um monte de papel... Enfim, dedicação total ao cliente, para fazer um excelente trabalho.
E, por falar em cliente... Nesse Projeto Experimental, faremos um Planejamento de Comunicação para a empresa Biotropic, especificamente para a linha de produtos de higiene infantil Baby Backyardigans, além de realizarmos pesquisa de mercado, produção e viabilização de peças e campanhas publicitárias e formulação dos planejamentos de Criação, Promoção de Vendas e Mídia.
Apesar da correria, quero agradecer a atenção e a acessibilidade da Biotropic, em especial à Paula Santos, Gerente de Marketing e Fábio Loureiro, Representante na Bahia, pelo profissionalismo de ambos. É bom saber que a empresa reconhece a importância desse trabalho.
Agradeço aos assessores pelo esforço diário de nos mostrar as melhores soluções, nos provocando para que façamos um trabalho de alto nível e, também, a equipe (Grupo 5, ou melhor, GêCinco) pela maturidade e comprometimento. Sem nossas 28 mãos não seria possível a realização desse projeto.
Pronto! Agora todos ficam sabendo o motivo da minha distância Estou “exilada” até o final de junho/2010, participando de várias aventuras no mundo dos Backyardigans. Aventurem-se também!

Ficha Técnica

GêCinco:

Adriana Carvalho: RTVC e Financeiro
Ana Cláudia dos Santos: Promoção de Vendas e Fotografia
Everton Augusto Baião: Promoção de Vendas e RTVC
José Alberto de Andrade: Criação (Produção Gráfica)
Leandro Oliveira: RTVC e Fotografia
Marcelo Percontini: Criação (Produção Gráfica e Direção de Arte)
Milaine Almeida: Coordenação, Planejamento e Criação (Redação)
Patrícia Barreto: Financeiro e Promoção de Vendas
Petrônio Souza: Planejamento e RTVC
Simone Machado: Coordenação e Mídia
Simone Mendonça: Atendimento e Criação (Redação e Direção de Arte)
Sirlei Damasceno: Criação (Produção Gráfica) e RTVC
Taiane de Jesus: Promoção de Vendas e Fotografia
Waleska Carvalho: Mídia

Professores Assessores:
Criação: Mário Augusto V. Garcia Jr.
Fotografia: Gilberto Melo Baptista
Mídia: Eduardo José Andrade dos Santos
RTVC: Eduardo Joffily Ayrosa
Planejamento: Charles Leahy Malheiros
Produção Gráfica: Carlos Henrique M. Brito
Promoção de Vendas: Janaína Ferreira Lima

Visitem
Biotropic

Site: www.biotropic.com.br

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Muita pretensão ou boa estratégia de posicionamento?



Ando sumida por essas bandas de cá e a culpa (como na maioria das vezes) é do tempo.
Mas a verdade é que um detalhe visual me chamou a atenção e não poderia deixar “passar batido”.
Nessa época do ano, por conta do carnaval e das inúmeras festas de verão, é comum encontrar as imagens das estrelas do axé music, estampadas nas infinitas placas de outdoor espalhadas pela cidade. Mas uma, em especial, merece comentários.
Às vésperas do carnaval, precisamente no dia 10 de fevereiro, Salvador recebe a cantora internacional e fenômeno mundial Beyoncé.
As imprensas nacional e internacional têm divulgado que a rainha pop estará realizando uma turnê mundial, inclusive com passagem pelo Brasil, incluindo as cidades de Florianópolis, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Na capital da alegria, Beyoncé divide o palco com outra diva, Ivete Sangalo.
No outdoor de divulgação do show, aparece o nome de Beyoncé (em tamanho maior), mas a imagem, em destaque, vai para a figura da musa brasileira.
Ouvi alguns comentários de que a estrela pop seria convidada de Ivete em Salvador, que iria subir no trio e tudo mais, deixando revelar que o grande prestígio dessa “visita ilustre” é da cantora baiana.
A imagem tem um peso enorme na comunicação, principalmente em se tratando de mídia exterior. Por isso, a idéia de que o show é de Ivete e que Beyoncé seria convidada é reforçada no outdoor com o destaque da foto de Veveta, afinal de contas a maioria dos leitores enxergarão apenas a imagem, sem muito tempo de ler o que está disposto na placa.
Não condeno a comunicação local, pelo contrário, trabalhou bem o posicionamento da musa baiana, situando-a como “diva absoluta”. É o que mostra que a indústria do axé music está mais madura e é muito poderosa.

domingo, 25 de outubro de 2009

Muito além das aparências.


Nãocomo negar que o corpo (nele inclui-se os cabelos) é uma forma de linguagem. A maneira como nos vestimos ou nos penteamos revela, muitas vezes, um traço da nossa cultura e da nossa própria personalidade. É, também, através da estética que notamos a valorização do negro diante de suas próprias características físicas. Mas analisar os aspectos da conscientização de um povo, apenas avaliando os padrões estéticos é uma visão, no mínimo, superficial.


O
discurso de que para ser negro é preciso ter o cabelo X ou Y caducou. O negro consciente atual ultrapassou essa questão, afinal não podemos mais ser julgados pela nossa aparência.


Certamente muitos negros ainda não estão conscientes de seu papel social, mas nãopara padronizar todas as pessoas, a fim de mostrar que a politização, de fato, existe. Têm pessoas com cabelos “de negro” e que desconhecem alguns fatores simples a respeito do candomblé, das lutas e conquistas dos escravos e da cultura negra. Se o cabelo do negro tem que ser sempre de uma maneira, suprime-se a condição de liberdade. Com o passar do tempo o negro não poderá usar calça jeans e camiseta branca para não se assemelhar a forma de vestir de um branco ou terá que seguir apenas a religião do Candomblé, por exemplo.


Ter a própria corrente de pensamento, sentir-se negro, mas antes de tudo, sentir-se humano. Reverter a condição de escravidão é o grande desafio para a coletividade negra e isso não será conseguido apenas estilizando os cabelos, mas quando o negro conseguir a sua inserção justa na sociedade através da educação.


Pessoas de todas as cores continuam pregando o discurso que prevalece a cor da pele e o tipo de cabelo para identificar se um indivíduo é negro ou não. A questão da negritude é a de sentir-se, identificar-se e assumir-se como negro. Não é a cor da pele, nem o penteado que define se alguém é ou não negro, ou se alguém é menos ou mais negro que outro. É uma questão que envolve coragem e opinião, envolve consciência, reflexão, cultura, intelectualidade, busca aos antepassados, atitude.


Sou
mulher negra, consciente do meu papel social e, antes de tudo, sou livre para decidir sobre o meu corpo. Não sou a imagem diante de vocês, sou um composto de tudo que acredito, isso envolve a minha consciência, a minha capacidade de pensar, a minha essência humana, que infelizmente não pode ser vista, mas pode ser percebida através das minhas atitudes.


Exaltar as nossas características físicas é basilar, mas é preciso que nós negros tenhamos uma consciência madura em relação à educação. É preciso ver mais negros na Política, na Medicina, na Comunicação, na Educação e em várias esferas sociais, que não sejam as mais costumeiras: as cozinhas, os presídios e as sinaleiras. E é a partir dessa mudança que o negro começa a se afastar do papel de vítima social, admitindo sua real consciência, assumindo uma postura muito mais ativa e participativa no processo de transformação da própria realidade e, consequentemente, da história.


E essa
metamorfose não pode ser superficial, não pode ficar no plano das aparências. Ela precisa ser interiorizada, precisa fazer parte da nossa consciência reflexiva, da nossa essência. De nada adiantará afirmar a identidade apenas no aspecto visual, em cortes e penteados de cabelos, e continuar a carregar o estigma de “coitadinho” da história, escravizado e mutilado intelectualmente, sem vez e voz
.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Dever cumprido.

Ontem fiz minha exposição na XII SEMOC e, sem muita modéstia, me saí muito bem. O encontro foi deveras gratificante e provocativo. Após o término, senti a sensação de dever cumprido e muito bem.
Trabalhar em prol da pesquisa, para mim é fascinante, é uma pena que não possa me dedicar mais. Expor os trabalhos para outras pessoas, ultrapassar as fronteiras da sala de aula, mostrar o que está sendo produzido, perceber pontos de vista totalmente distintos dos nossos, promover diálogos maduros e questionadores para que se consiga criar novos conceitos e novas visões de mundo são fundamentais para que o estudante universitário possa perceber o verdadeiro sentido de Universidade.

Quero agradecer especialmente as presenças de Taiane Lima (amiga de todos os momentos, principalmente os acadêmicos) e Professor Hugo Belens (chefe, colega de trabalho e amigo da minha vida inteira), vocês foram 1000.

Aproveito, ainda, para agradecer também a Professora Regina Gomes, pela confiança, pelo convite e incentivo para expor o artigo na SEMOC. Quando crescer quero ser que nem ela: uma orientadora leve, próxima, sensata e bastante eficiente na forma de transmitir os conhecimentos. (rsrs)

Até a próxima SEMOC.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Portfólio (III)

Mais duas marcas para o Portfólio.
Criações desenvolvidas para servir como logomarca da disciplina do sétimo semestre, Produção Publicitária em TV (PPTV), do curso de Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda, da Universidade Católica do Salvador – UCSal, solicitada pelo professor Eduardo Joffily Ayrosa.



terça-feira, 6 de outubro de 2009

XII Semana de Mobilização Científica - SEMOC

Na semana de 19 a 23 de outubro acontece em Salvador a XII SEMOC – Semana de Mobilização Científica, promovida pela Universidade Católica do Salvador - UCSal, sob o tema “Segurança: A paz é fruto da justiça”.
Neste evento, estarei participando da Sessão de Comunicação “Discurso em Mídia” que integra a SEMOC, no dia 21/10/2009, das 08h30 às 10h30, no campus da Lapa, apresentando um trabalho científico de minha autoria, com título “Os artifícios utilizados no discurso das editorias Saúde e Nutrição das revistas Boa Forma e Corpo a Corpo”, orientado pela Prof.ª Dra., Regina Lúcia Gomes S. e Silva.
A SEMOC é aberta a toda comunidade, mas, para participar, é necessário fazer a inscrição através do site http://www.ucsal.br/.
Conto com a presença e participação de todos.

O quê: Sessão de Comunicação - Discurso em Mídia
Quando: 21/10/2009 (quarta-feira), das 08h30 às 10h30
Onde: UCSal, Campus Lapa (Convento da Lapa – Nazaré)

Maiores Informações: http://www.ucsal.br/, correio eletrônico semoc@ucsal.br ou pelos telefones 3334-2596 ou 3330-8407 / 8408.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Ética é sempre bom. Na TV, na profissão e na vida.

O assunto da semana ficou por conta das danças da professora Jaqueline Carvalho. A primeira dança aconteceu ao som da banda O Troco, o que rendeu uma postagem no Youtube, acessada por mais de cem mil pessoas, onde a pró protagoniza junto com mais quatro mulheres uma coreografia erótica de deixar qualquer “rala a tcheca no chão” no bolso; já a outra dança foi a consequência da postagem no Youtube, o que resultou na demissão da professora primária, que lecionava Matémática a crianças de cinco anos de idade em uma escola particular de Salvador. O tema ganhou espaço na imprensa local e nacional.

Ontem (dia 28.08), o cantor envolvido na polêmica estava num programa de TV, falando sobre o ocorrido. Apesar de ser um assunto sério, afinal envolve várias questões, estereótipo negativo da mulher, ética profissional, inclusive o gosto das crianças por essas baladinhas
modernas, não consegui entender a postura do cantor e do apresentador.
O apresentador gritava: “Gente, professora agora não pode dançar pagode, não?”. E, ao mesmo tempo, exibia (em close) a imagem da bunda da professorinha no ar.


O cantor superou o apresentador. “A música Todo Enfiado é o grande momento do show, as mulheres imploram para que eu cante. As pessoas vão no pagode para se divertir, vão para esquecer os poblemas. Ela é uma mulher massa, é de família, tem uma filha de sete anos e tinha uma vida estável. Não é justo o que estão fazendo com ela”, defendeu-a. Ele falou de sua composição (uma música pobre, com palavras chulas e duas frases apenas), explicou o sentido do termo “periguete” e transformou a professora em vítima social (talvez até seja mesmo).
Cada um sabe o que faz (se a menina quer rebolar, que rebole), mas, algumas profissões exigem de nós comportamentos éticos ou, no mínimo, cuidadosos tanto em nosso trabalho quanto nos dias de folga. Tem de haver um equilíbrio entre o nosso “eu” profissional e o nosso “eu” pessoal.
Jornalistas, publicitários, comunicólogos, artistas, políticos e professores são exemplos de profissionais que formam opinião pública. Comportamentos que firam os valores da família e da sociedade não podem fazer parte da rotina de um profissional que produz informação ou que tem o seu trabalho visto por uma maioria.
Os professores têm um papel ainda mais importante. Eles não são formadores de opinião, apenas. São ajudantes na construção da formação humana do indivíduo.
Se a pró dançarina está certa ou errada, não sei. Porém, um adulto, com o mínimo de conhecimento, deve saber que vivemos na era da tecnologia e da informação, onde milhares de pessoas se munem de apetrechos tecnológicos, registrando tudo em todos os lugares. Nesse “Big Brother” real, a responsabilidade de cuidar da nossa imagem é inteiramente nossa e ninguém pode fazer isso por nós.
Então, se nos exibimos, se postamos textos e imagens relacionados a nós, se usamos o espaço público e virtual como se fosse o nosso espaço íntimo é porque queremos ser lidos e vistos. Ao menos devemos ter consciência do nosso comportamento, respondendo e nos responsabilizando por nossa exposição pública, quando necessário.
O cantor tem grande responsabilidade nessa celeuma também, pois está se promovendo, enquanto a professora tem sua imagem e vida desgastadas. Afinal, um homem que se propõe a expor mulheres ao ridículo, incitando comportamentos primitivos, não pode sair de bom moço na estória.
A idéia de que ele é homem e tudo pode (“mulher que se dê o valor”) é cultural e difícil de mudar, mas a iniciativa dessa violência surge, primeiramente, deste homem, no momento da composição. Não foi ele que criou esse preconceito, mas é ele quem ajuda a disseminá-lo.

Entretanto, quando provocado, responde que sua música é uma grande brincadeira e que canta para levar alegria aos fãs. Na verdade, ele não se importa com o conteúdo das suas músicas, pensa apenas, em ancorar na vulgarização feminina, sua ascensão e fama.
Pagode, arrocha e vários gêneros musicais que têm força nas grandes massas não me agradam, mas sei também que, muitas bandas de pagode não têm em seu conceito a banalização sexual, como é o caso da Harmonia do Samba, por exemplo.
Estudando Comunicação e, principalmente, Publicidade posso ver que algumas pessoas pensam que vale tudo para vender um produto, um conceito ou uma idéia. Não importa se nessa venda terão que potencializar preconceitos ou ferir os valores sociais e isso, no mínimo, é perigoso e irresponsável.
Não sou hipócrita, sei que muitos professores, médicos, jornalistas, engenheiros, pedreiros, padeiros, políticos e tantos outros profissionais se dividem em trabalhadores sérios e seres comuns, que têm desejos, fantasias, esquisitices, etc. Atualmente, o que mais chama a atenção é a necessidade que as pessoas têm em se expor, principalmente para exaltar suas atitudes sexuais.
Ontem, ao discutir com alguns colegas cheguei a seguinte conclusão: a verdade é que a professora e o cantor estão no país certo. Uma nação que não valoriza quem investe tempo e dinheiro nos estudos, um país de artista que não faz arte, de mulheres famosas por suas lindas nádegas, políticos corruptos que são respeitados e chamados de Vossa Excelência, de gente que acha o máximo uma "celebridade" dizer em rede nacional que nunca leu um livro...
O final dessa novela já se sabe. O normal é que a pró se transforme numa dançarina ou escreva um livro do tipo “Dancei! Literalmente” ou, ao menos, passe uns dias dando entrevista aos programas que sobrevivem da carniça humana.
Quanto à banda, essa vai aparecer muito mais nos Meios de Comunicação, vai ficar mais conhecida, os shows vão bombar, o cachê vai aumentar...
E continuaremos vendo a baixaria reinar, felizes ou infelizes diante do sofá.

sábado, 11 de julho de 2009

Alice e o tempo, na varanda...


Era noite de verão, fresca e cheia de aromas, mas, de repente, Alice começou a sentir as gotas de chuva caírem no seu rosto. Imediatamente ela começou a pensar, com seus olhos brilhantes e a cabeça confusa:

... tempo... incerto...


Como um ponteiro de relógio

Gritando e bipando velozmente

...pingos de chuva ... cheiro de jasmim

Sinto o tempo


A verdade é que Alice estava sendo transportada para um outro lugar. Os cheiros, a frieza dos pingos de chuva, o sereno... Tudo isso a fazia chegar perto de onde jamais deveria ter saído.

Pensamentos:


“Assim como numa viagem longa,

Ora fantástica, ora tediosa.

Vejo um mundo aos meus pés

E nele, mil enganos“.


Se sol, biquíni; se chuva, pipoca.


Ah! Como queria saber o que se esconde

Por detrás daquela nuvem

Será um arco-íris iluminado? Flores varrendo o cerrado?

Ou será a tempestade fria, sozinha, molhando o gramado?


...


Só amor...

sábado, 16 de maio de 2009

Portfólio (II)


Marca desenvolvida para a TuCa Comunicação. Ah! Antes que vocês fiquem curiosos se perguntando a razão do nome TuCa, informo.

O nome TuCa, criação de Leandro Oliveira, tem dois significados.

O primeiro vem da união de quatro valores que embasam esta organização, são eles: Trabalho, União, Criatividade e Amizade.

O segundo teria originado a assinatura da marca: Tuca Comunicação, Tudo Comunica.

Pois é, está nascendo uma nova Agência de Comunicação na Bahia.

Aguardem...

terça-feira, 5 de maio de 2009

Das minhas reflexões – Parte I

Ultimamente tenho tido umas vontades estranhas. Estranhas porque não as tinha antes. Vontade de mudar horários, de freqüentar lugares diferentes, ler livros e textos diferentes... Estou mais paciente, por exemplo. Se querem saber se isso é falta de personalidade, respondo logo que não. Afinal se tem algo que me sobra é personalidade. Tenho passado por um processo de transformação interna, modificando a minha realidade, arrumando a coisas, pondo cada uma em seu devido lugar. Tenho tido toda coragem do mundo de abandonar tudo que não acredito e que, de alguma forma, já não faz mais sentido.

Deve ser porque o meu aniversário ta próximo, a faculdade ta acabando, minha sobrinha ta nascendo, novas oportunidades e conquistas estão surgindo e um projeto profissional ousado está iniciando. Aí começam as expectativas. Será isso mesmo? Não sei.

Abandonei velhos hábitos, velhos conselhos, velhos amigos, velhos parceiros. Abandonei o fútil, o descartável, abandonei o que não era de verdade, o que não era intenso. E se você me pergunta se tudo que abandonei me faz falta, respondo: nenhuma!

Sou assim mesmo. Um composto de doçura com agressividade, de mulher forte e menina leve, que toma partido das coisas, que se compromete, que se adapta às circunstâncias, que não tem medo de errar, de dizer e ouvir verdades, de ser gente. Comigo ou é tudo ou é nada.

E como me sinto agora? Tranqüila, feliz, madura, viva, com a esperança que algo muito bom estar por vir. Me sinto adulta, segura, mais fiel aos meus sonhos, mais senhora de mim e das minhas vontades. Acho que vou ouvir mais as pessoas que dizem que sou especial, que vou longe, que meu futuro será brilhante e tal e coisa. Até porque eu tenho sentido muito isso mesmo, e, podem acreditar, se sentir assim só faz bem.

Pode ser um sinal de um novo tempo ou pode ser que eu tenha passado a perceber o “meu tempo” de outra maneira. O “tempo” ainda não ta perfeito, porém ele segue do jeito que eu gosto: dias iluminados com raios de sol ameno e noites frescas com pingos de chuva na janela.

Portfólio (I)

A partir desse mês, sempre que sobrar tempo e disposição, irei colocar aqui, algumas peças criadas por mim que fazem parte do meu portfólio de Criação. Informo que tudo que aqui for postado não poderá ser copiado ou utilizado sem minha prévia autorização.

Abaixo a marca e algumas peças criadas para o Instituto de Letras da UCSal (ILUCSal) contidas no Manual de Identidade Visual do instituto referido, elaborado para a disciplina Direção de Arte, do 6º semestre do curso de Publicidade e Propaganda da UCSal, sob a orientação do professor Mário Garcia Junior.



Marca ILUCSal

















Placas de Sinalização