Assim, nos conhecíamos melhor, ríamos muito falando besteira, ouvindo música boa e nos distraindo com os anônimos do local.
Nisso, fincaram-se laços verdadeiramente amigos. Pessoas que, mesmo não encontrando sempre, tenho total amizade, carinho, respeito e admiração.
Mas o que percebo hoje é que as pessoas gastam dinheiro, roupa e tempo, falando um monte de besteiras de quem não gostam, tem inveja, não admiram ou algo do tipo. E, a verdade é que, essas conversinhas, ou melhor, fofoquinhas de bar, não se resumem apenas ao universo feminino. Pasmem! Alguns homens se comportam da mesma forma.Certa feita, em uma dessas saídas do trabalho uma colega comentava sobre a condição sexual de um outro colega, pois ninguém nunca o viu com uma mulher. O que ela não sabia é que comentavam, também, sobre a condição sexual dela pelo mesmo motivo: ninguém nunca a viu com um homem.
Falar dos outros é inevitável. Daí ter que nos policiar sempre. Somos humanos e, por isso, cometemos essas falhas, afinal somos seres pequenos, imperfeitos, inseguros.
Mas perder muito tempo ou falar sempre de determinada pessoa é muito chato e demonstra o nosso lado negativo. Pega mal para quem fala e deixa claro que o alvo da conversa é alguém muito admirado, afinal, ninguém chuta cachorro morto, não é?
Prefiro (quase sempre) falar de coisas, de acontecimentos, de comportamentos a falar de pessoas. Para mim essa sim é uma boa conversa de bar.
Conclusão: locais cheios de pessoas vazias ou falta de assunto mesmo. Então sugiram que usem a fofoca com parcimônia ou tentem aderir à CAMPANHA A FAVOR DA VIDA – CADA UM CUIDA DA SUA.
Rsrsrsrs...
