quinta-feira, 23 de abril de 2009

Simone...



Ela parece uma rosa ao vento,
Cheia de um sonho tão doce
Que consegue atravessar meus olhos
Como uma magia cheia de felicidade...
O seu jeito é cheio de encantos
E belo mesmo é estar ao seu lado,
Feliz e cheio de alegria.
Você é como um desejo sincero,
Porém,
O seu otimismo é tão belo e forte
Quanto a poesia do teu sorriso...
Eu te fiz um verso dos meus sonhos
E te batizei minha eterna criança
Tu és esta coisa bonita e morena
Que nós chamamos de Simone.






Resolvi postar esse poema, primeiro porque o considero lindo e foi feito para mim e, depois, por amar profundamente quem o escreveu.
Ele foi feito em 1990, por minha irmã, Claudete Mendonça, uma grande poetiza, com talento nato, muita sensibilidade, mas perdida no meio dos seus versos.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Tecnologia a favor dos ouvidos.

Gente, quem me conhece bem sabe que eu não sou uma pessoa tão ligada em tecnologia. A uso como uma facilitadora da vida moderna. Não fico horas com a cara numa tela de computador (a não ser que esteja ganhando dinheiro para isso). Prefiro, com certeza, sair, conversar com os amigos em um bar (preferencialmente no Rio Vermelho), dar um abraço em alguém que amo pesoalmente, quando este faz aniversário e coisa e tal. Mas que a tecnologia é uma mão na roda, ah! Isso é.
Por exemplo, fazia tempo que não escutava músicas. Digo escutar música de verdade, por um tempo longo, sem pressa. Trabalho o dia inteiro, estudo praticamente todos os dias e o único dia que “não tenho nenhuma obrigação” (domingo) é o dia que tenho outras obrigações a cumprir. Tenho que dar atenção aos amigos, arrumar a bagunça do quarto, organizar o material da próxima semana (que já é no outro dia), namorado, família, lazer, diversão, estudos... Por isso, não sobrava, de jeito nenhum, tempo para ouvir música.
Como não gosto de carregar um monte de treco na bolsa (MP3, MP4, walkman...), adquiri um mimo tecnológico (celular com MP3) e, desde então, uso-o a meu favor. Por exemplo, se estou no trânsito e ele está lento, ligo o meu MP3 ou o rádio do aparelho e fico horas escutando músicas que adoro. É aí que volto atrás e digo: “TECNOLOGIA É RUIM, MAS É BOA”.
Abaixo deixo a música I Will Survive, de Glória Gaynor, interpretada pela CAKE, banda californiana conhecida por misturar vários gêneros musicais em suas produções. Essa é uma das canções que estão no meu MP3 e certamente a melhor versão de I Will Survive.
Confiram!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Billie Holiday em [quase] todos os momentos.

Manhãs de tempo ameno, silêncio na rua, cheiro de café, amor sincero, lençóis brancos e cheirosos, flores naturais ao lado da cama e o canto dos pássaros como trilha sonora. Não! Muda a trilha sonora para a voz inebriante e rouca de Billie Holiday.
Pois é, esse é o retrato de um despertar perfeito e hoje o tempo ta dando uma ajudinha - o sol escaldante de Salvador resolveu dar uma trégua.
Mas não pensem que para ouvir as canções dessa diva do jazz é necessário todo esse cenário. Costumo ouvir suas canções no trajeto de casa para o trabalho e vice-versa, na espera de uma consulta médica, nos corredores da faculdade, no elevador de casa, ou seja, nos mais variados locais.
Apesar de ter no meu MP3 gêneros e artistas variados (nele pode-se encontrar samba, pop rock, blues, jazz, MPB, dentre outros), resolvi destacar o jazz de Billie Holiday. Suas músicas me acompanham há muito tempo e em muitos lugares. Sua voz contagiante é o veículo que me transporta ao passado e enche os meus momentos de graça, ternura, elegância e prazer.
Tentei colocar aqui no blog duas canções que estão no MP3 do meu celular (The Way You Look Tonight e I Cover The Waterfront), mas não obtive sucesso.
Quem quiser escutar essas canções pode baixar da internet ou ouvir a rádio UOL, por exemplo. Para quem não conhece a artista, basta fazer uma busca no google e conhecer toda sua trajetória de vida.
Garanto que quem gosta de jazz e blues vai adorar.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Programa de Notícia, Show de Horrores ou imitação de Jogos Mortais?

Na luta pela audiência e com o conhecimento de que violência, sexo e desgraça humana são os assuntos mais vendidos e vistos no mundo atual, alguns programas da TV baiana vêm se empenhando em colocar cada vez mais cenas assustadoras no ar.
Sei que o mundo não é cor de rosa, que coisas tristes acontecem, mas exibir pessoas com mãos e braços pendurados, corpos em estado de deterioração, mulher fazendo sexo com criança, gente mutilando gente, etc., é uma atitude, no mínimo, irresponsável, praticável por quem realmente não entende nada de comunicação. Essas cenas não acrescentam em nada a informação, apenas aguçam sentimentos ruins naqueles que nada mais desejam que ver alguém que sofra mais que eles mesmos.
Tais programas provam que o compromisso principal é comercial (o dinheiro) e não com o público. Passo um tempão nos bancos acadêmicos, ouvindo os professores sobre o tamanho da nossa responsabilidade sobre o que é veiculado. A importância de usar a comunicação como uma aliada do desenvolvimento social, uma comunicação apoiado na responsabilidade e não somente nos compromissos comerciais. E fico pasma quando vejo esses “profissionaizinhos” fazendo um caminho totalmente inverso ao que os mestres em comunicação pregam.
Será que os professores estão errados ou cochilaram, enquanto o mundo da comunicação baiana passava por sua mudança mais imbecil?
Os preconceitos são mantidos, seja sutil ou explicitamente. O preto, pobre, da periferia é avacalhado em sua forma de falar, portar, vestir, enquanto o rico, branco, com seus advogados de defesa é entrevistado de forma séria e sem humilhações.
O que ta acontecendo é uma verdadeira crise de inconsciência coletiva. Pobres, já sem esperança na política, veneram os apresentadores que se mostram como salvadores, preocupados com a miséria e com a desigualdade social, ancorados por salários altíssimos e pelo desejo de que a situação dessa gente continue na mesma ou pior, pois sabem que o show não pode parar.
Não acho que na TV baiana só deva existir jornais com a cara do Jornal Nacional. Mas é possível fazer um programa jornalístico que trate os assuntos diários (política, economia, violência, esporte, etc.) popularmente, sem caricaturas e aberrações.
O que vejo nesses programas é representação do pobre como ser insensível e burro, justamente em um momento mundial de quebra de paradigmas. Algumas pessoas de classe baixa (principalmente as que possuem o mínimo de senso crítico) devem se sentir ofendidas, invadidas, desrespeitadas. Afinal, antes de ser classe C, D ou E, são pessoas humanas. Sentem e se consternam como qualquer outra pessoa.
Não se espantem se esses programas abrirem um concurso para premiar os vídeos mais grotescos. É! Somos os juizes, não estamos sendo forçados a assisti-los e temos o poder nas mãos: o controle remoto. Porém, evitar que as crianças e os jovens descartem esse tipo de programa é bastante difícil.
E é aí que me ponho a pensar: “que mundo se quer mostrar às crianças e com qual objetivo?”, “o que e quem se quer atingir?”, “que sociedade se quer formar?”.
Que bom que temos outras opções: jornais impressos, o jornal Bahia Meio Dia, da TV Bahia, o TV Revista, da TVE ou simplesmente desligar a TV.
É difícil fazer um curto comentário sobre o assunto, mas bastava defini-los em uma palavra apenas: LIXO.

terça-feira, 24 de março de 2009

Sites úteis


Vira e mexe me deparo com alguns colegas de faculdade desesperados atrás de campanhas publicitárias, tanto em vídeo quanto impressas, para a realização de trabalhos acadêmicos ou, até mesmo, para arquivo próprio.
Esta semana descobri três sites que disponibilizam inúmeras peças publicitárias, porém dois deles possuem o conteúdo todo em inglês. Eles são interessantes e é possível encontrar informações como: ano de criação, agência, organização das peças por década, etc.
A utilização não é tão complicada e é possível baixar os arquivos pela própria instituição, ao contrário de alguns sites bloqueados, como youtube, por exemplo. Seguem os links:

1) Arquivo da propaganda: http://www.arquivo.com.br/

2) Ads of the World: http://adsoftheworld.com/

3) Found in Mom's Basement: http://pzrservices.typepad.com/vintageadvertising/

Agora é só baixar…

segunda-feira, 23 de março de 2009

Contribuindo para a multiplicação do milagre de Irmã Dulce.

O que você compra com R$ 0,50? Um picolé, uma bala, seis xérox na faculdade? Tenho uma opção melhor: uma capa protetora de SmartCard.
Isso mesmo. Os estudantes e usuários do transporte coletivo de Salvador podem ajudar as Obras Sociais Irmã Dulce - OSID, comprando (ao recarregar ou revalidar o SmartCard) a capa protetora do cartão. Ela foi confeccionada em plástico transparente, com a marca do Jubileu da OSID.
Essas capas são adquiridas nos guichês dos postos do SalvadorCard e o valor arrecadado será repassado inteiramente à OSID.
De acordo com o Vaticano, para santificar Irmã Dulce, a igreja terá que comprovar os seus milagres burocraticamente. Apesar de não seguir a religião católica, acredito que o milagre maior, concedido pela religiosa, está disponível para qualquer cego ver: a grandiosidade e importância de sua obra.
Já adquiri a minha. Colabore você também.

O quê: Capa protetora do SmartCard com selo da OSID
Quanto: R$ 0,50 (cinquenta centavos)
Onde: Guichês dos postos do SalvadorCard (em Salvador – Comércio, Iguatemi e Estação da Lapa)

sexta-feira, 20 de março de 2009

Publicidade, propaganda, birita, bar e Rio Vermelho. Que mistura!

Lá estava eu, indo para o trabalho, quando me deparei com um estabelecimento que promete conectar o ambiente de bar com o mundo da Publicidade e Propaganda. Pois é, essa mistura já tem nome e se chama “30 Segundos – Birita e Propaganda”. Título bastante atrativo, principalmente para quem é da área de Publicidade.
O lançamento promete oferecer um ambiente diferente, com gente interessante, inteligente, descolada e divertida, além de muita propaganda. Um bar para publicitários e para os amantes do “plinplin”.
Se o bar conseguirá atender as expectativas dos seus clientes (principalmente os exigentes comunicólogos), eu não sei, mas já vale um ponto positivo pela excelente criação original e por mais uma opção de lazer para o povo dessa terrinha que tanto carece de alternativas de diversão. O bar já foi lançado, mas o site ainda não foi atualizado. Garantia de diversão para os criativos.

Bar: 30 Segundos – Birita e Propaganda
Endereço: Rua Ilhéus 21, Rio Vermelho, próximo a ligação Garbaldi - Lucaia
Site: www.euvoumedivertiraqui.com.br